Oficina de Música Universal (Instrumental Brasileira):

 

   O enfoque é a prática de conjunto, onde são elaborados arranjos na presença dos alunos, sem o uso de partituras, desenvolvendo a escuta e interação entre os músicos. Utilizando a linguagem dos ritmos de várias regiões do Brasil como: Forró, frevo, maracatu, choro, samba, somando polirritmias e abordando a improvisação nessas linguagens.
Tempo de duração: de 1 a 5 dias, com 3 a 5 horas de aula por dia (com intervalo).

 Podem participar todos os instrumentos: bateria, piano, teclado, baixo, guitarra, violão, vozes, cordas friccionadas (violino, rabeca, viola e cello), saxofones, trombones, trompetes, flautas, acordeon, bandolim, cavaquinho...

 

Cordas Populares:

 

  O Brasil possui uma riqueza imensa de estilos e ritmos como o frevo, o caboclinho, o choro, o samba, o maracatu, o forró e seus matizes, como coco, baião, xote, xaxado....

O objetivo dessa Oficina é aproximar o universo erudito das cordas- violino, viola e cello- com essa diversidade da música popular brasileira .

O curso possui 2 formatos:

 

    O primeiro é direcionado aos instrumentistas enquanto solistas.

Os estilos citados são trabalhados através de arcadas e acentos com motes rítmicos e harmônicos, e as ferramentas de improvisação dentro de um repertório e linguagem, tendo como foco o sotaque da música popular.

 

   Através da junção desses estilos, desenhados por arcadas e acentos além dos motes rítmicos e harmônicos, são trabalhadas as ferramentas de improvisação dentro de um repertório e linguagem, com um material didático impresso em forma de apostila.

 

  O outro formato do Curso é voltado para grupos de câmara (como quartetos ou quintetos de cordas) e/ou orquestra de cordas.

  Este formato também abrange todos os instrumentos, não apenas cordas, pois a mistura de instrumentos de sopro, percussão e outros fortalece e valoriza a sonoridade e a prática dos instrumentistas de cordas em um contexto diferente do usual. 

 

    Nesse caso, o enfoque é a prática de conjunto, desenvolvendo a escuta e interação entre os músicos.

Os arranjos a serem trabalhados são elaborados de acordo com o formato e nível do grupo ou orquestra em questão, sempre privilegiando o sotaque e valorizando a música popular e regional do Brasil através do olhar da Música Universal.

 

Experiência:

    Carol Panesi atuou como monitora das oficinas de Música Universal ministradas por Itiberê Zwarg de 2008 até 2015.

    Em 2015 foi contemplada pelo edital Furnas Cultural, tendo realizado sua Oficina em maio deste mesmo ano.

   Em junho de 2017 ministrou Oficina de Cordas populares e Prática de Orquestra popular  no 13 Festival de Música na Ibiapaba - MI (CE).

   Em janeiro de 2018 ministrou a Oficina no Festival Jazz a la Calle - Mercedes (Uruguai).

     Em fevereiro de 2018 ministrou Oficina de Cordas populares e Prática de Orquestra popular no Festival Cordas Ágio - Crato (CE).

    Em junho de 2018 ministrou Oficina de Cordas populares e Prática de Orquestra popular  no 14 Festival de Música na Ibiapaba - MI (CE).

      Em julho de 2018 ministrou Oficina de Cordas populares no 18 Festival de Música de Ourinhos (SP).

     Em novembro de 2018 ministrou Oficina de Cordas populares na Semana da Música em João Pessoa (PB).

     Em novembro de 2018 ministrou Oficina de Musica Universal e Cordas Populares na UFRN em Natal (RN).

    Em janeiro de 2019 ministrou a Oficina no Festival Jazz a la Calle - Mercedes (Uruguai).

    Em fevereiro de 2019 ministrou a Oficina no Espacio El Gabazero - Madrid (Espanha).

1/1